domingo, 11 de julho de 2010

INTO THE WILD (Na Natureza Selvagem) - Excelente Filme

Após concluir seu curso na Emory University, o brilhante aluno e atleta Christopher McCandless abre mão de tudo o que tem e poderia ter numa bela carreira. Doa todas as suas economias - cerca de US$24 mil - para caridade, coloca uma mochila nas costas e parte para o Alasca a fim de viver uma verdadeira aventura. Ao longo do caminho, Christopher se depara com uma série de personagens que irão moldar sua vida para sempre.




ASSISTA AO TRAILER:












Spalha Fatos



Confiram o Veículo de Comunicação do Colégio Salesiano Dom Bosco de Americana

http://dombosco.farolnet.com.br/site/download.php?codigo=5

sábado, 10 de julho de 2010

30 anos sem Vinícius




Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me. Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo. Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles. Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei. Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase : ' Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus !' Aí, então derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxuga-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele. Você acredita nessas coisas ? Sim??? Então ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Eu não vou estranhar o céu . . . Sabe porque ? Porque... Ser seu amigo já é um pedaço dele !
Vinícius de Moraes

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Momentos

                   Um inexplicável momento

“Nessa maior perfeição da fé, o próprio Deus infinito se torna a Luz da alma obscurecida e a possui inteiramente com sua Verdade. E nesse inexplicável momento, a noite mais profunda se torna dia e a fé se transforma em compreensão.”

New Seeds of Contemplation, de Thomas Merton
(New Directions, New York), 1961. p. 135
No Brasil: Novas Sementes de Contemplação, (Editora Fissus, Rio de Janeiro), 2001. p. 136-137

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Ordenação Presbiteral


Jacareí, 19 de junho de 2010

Querido amigo, querida amiga...
Paz e Alegria!

“Antes de formar-te no seio de tua mãe, eu já te conhecia, antes de saíres do ventre, eu te consagrei e te fiz profeta para as nações”. Estou há alguns dias da ordenação sacerdotal. Um chamamento ao sacerdócio só pode acontecer no seio de uma relação de fé e de amor por Jesus Cristo. A vocação é, antes de mais, uma atração por Jesus Cristo. O próprio Senhor nos disse: “Ninguém vem a mim se o Pai não o atrair” (Jo 6,44). A vocação é uma atração de amor, um convite a segui-lo, a dar-lhe a própria vida, a identificar-se com Ele e com a sua missão; é participar do amor que Ele tem pela Igreja.
       O Senhor chama aqueles que convida, que atrai, para uma mais radical intimidade de amor. Como posso recusar um desejo, um convite a participar mais radicalmente na missão redentora? O segredo da vocação sacerdotal é descobrir que o Senhor encerra os segredo da nossa vida, da nossa liberdade, da nossa felicidade.
Nesse momento da minha vida o mais precioso testemunho que posso dar é esse: o do amor de Jesus Cristo, da sua delicada fidelidade em todas as circunstâncias. A primeira certeza desse amor é o sentir-me escolhido. Ele próprio recorda: “Não fostes vós que me escolhestes, fui eu que vos escolhi e vos instituí, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça” (Jo 15,16). Só quem nunca amou não sabe saborear o fato de ser escolhido. O sacerdote sente que esta escolha do  Senhor é contínua, se renova em cada dia e em cada missão, sempre que Ele nos envia ao encontro dos irmãos. Sinto que esta escolha é a fonte da fecundidade da minha vida e do meu ministério.
       O sacerdócio assenta numa misteriosa amizade de Jesus Cristo. A sua promessa de amizade perene permanece no coração como fonte de generosidade no serviço, força nas dificuldades, disponibilidade para a missão: “Não vos chamo servos, porque o servo não participa nos segredos do seu Senhor; chamo-vos amigos, porque tudo o que aprendi de meu Pai, vo-lo dei a conhecer” (Jo 15,15). Esta amizade de Jesus faz-me entrar nos seus segredos, porque partilha comigo o que de mais íntimo Ele tem: a sua intimidade com o Pai. O exercício do meu  sacerdócio quer ser o lugar contínuo da revelação do amor de Deus por cada pessoa, pela Igreja, pelo mundo e como salesiano padre, a exemplo de Dom Bosco, aos jovens!
      O Senhor deseja que este amor cresça, se aprofunde e permaneça para a eternidade. “Como o Pai me amou, Eu vos amei. Permanecei no Meu amor” (Jo 15,9). Esta experiência de ser amado por Jesus Cristo torna-se, pouco a pouco, no maior tesouro da minha vida. Permanecer no amor de Cristo significa, antes de mais, deixarmo-nos amar por Ele, à sua maneira, com as suas exigências, aceitando com Ele o perene e contínuo sacrifício da Cruz.
Muito obrigado por fazer parte da minha vida, por de alguma forma fazer-se presente nesse momento ímpar. Tenha a certeza de que nas minhas primeiras missas você e sua família estarão nas minhas intenções de forma especial!
“O Senhor te abençoe e te guarde!
O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti!
O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!” (Num 6,24-26)

Em Dom Bosco, para servir

Diác. Paulo Manoel de Souza Profilo, SDB

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A FLAUTA MÁGICA - MOZART



Flauta mágica a opera

Escrita em 30 de setembro de 1791, a ópera “A flauta mágica” foi um sucesso instantâneo. Uma outra informação que faz essa opera tão especial: é que essa foi a primeira vez que Mozart compôs para o teatro comum, como se ele fosse apenas um mero compositor de farsas e operetas.

Por séculos essa peça tem sido um sucesso devido a sua combinação de espetaculares efeitos sonoros, que são geralmente traduzidos durante as apresentações no teatro como efeitos visuais. A flauta mágica é uma mistura de conto de fadas que trás uma combinação única entre o obscuro e o ridículo.

Uma das primeiras pessoas a ver a montagem da flauta mágica foi Karl Mozart, o filho de Mozart que na época tinha sete anos de idade. Por documentos históricos se sabe hoje em dia que Mozart escreveu para Constanze, e que Karl teria ficado maravilhado com o espetáculo.

A Flauta Mágica pode ser considerada como a mais famosa composição de Mozart, ou pelo menos como a ópera de sua autoria que obteve mais sucesso e reconhecimento público, pois transcende idade, linguagem e a linha do tempo. Um dado interessante é que Mozart Faleceu dois meses após a primeira apresentação da Flauta Mágica.
LEIA MAIS EM: http://www.artigos.com/artigos/humanas/artes-e-literatura/mozart-e-a-flauta-magica-1179/artigo/

terça-feira, 8 de junho de 2010

Caminhos para o Silêncio



Caminhos para o Silêncio

A oração é caminho para o silêncio como lugar de encontro. Na oração nos situamos às margens do grande silêncio com a confiança profunda e a esperança viva de reconhecer um sinal da presença eficaz do nosso Deus.
Que é o silêncio?
Não é a ausência de palavras, não é mudez... è harmonia assombrosa, é escuta, é atitude frente a si mesmo e frente ao Outro;
È um ato de fé na presença invisível; é a confiança na verdade, a liberdade de não ter que se defender diante de si mesmo, nem diante de ninguém, não é vazio sideral, mas uma plenitude, quieta, tranqüila, que trás gáudio.
O silêncio para a espiritualidade cristã é uma qualidade da Palavra de Deus, que a distingue das vozes do mundo e de nossas próprias vozes: é, por isso mesmo, uma condição para que se escute essa  Palavra; é a situação que nos permite sintonizar com a “música calada”, “a solidão sonora” da presença de Deus.
O caminho de silêncio é um caminho de progressiva libertação do Eu. “O mercado é um lugar tão bom para o silêncio quanto o mosteiro, pois, o silêncio é a ausência do ego”. ( Tony de Mello)
Somente quando superamos o pequeno “eu” que nos tiraniza saboreamos o silêncio como revelação de Deus e como possibilidade de entrar em comunhão com o outro.
Não é possível o encontro com o melhor de nós mesmo, nem com os outros, nem com Deus, se não fazemos silêncio.
O silêncio conduz a uma interioridade recíproca como superação da interioridade solitária; é um silêncio que serve de marco na relação EU – Tu; um silencio habitado pela comunicação de Alguém que nos deixa em silêncio, isto é , vazios de nós mesmos e plenos de’Ele; um silêncio que significa a comunhão alcançada, a acolhida sem reserva, à presença vital do outro.
O silêncio está “grávido” de Deus: Deus fala no silêncio.
Na oração, o silencio é um caminho e um dom. o silêncio acontece em nós e, ao mesmo tempo, em seu nível mais profundo o silêncio nos é dado gratuitamente: o silêncio é um presente como a brisa que nos revela a presença de Deus.

Passos para o Silêncio
FAZER SILÊNCIO ao redor de si mesmo; deter-se um momento e prestar atenção: quantos ruídos externos! Quantas imagens! Há um bombardeio continuo de mensagens do exterior...
GUARDAR SILÊNCIO: todos nós, com freqüência somos uma fonte de ruídos para nós mesmos e para os outros. Constantemente estamos rompendo o silêncio com comunicações inúteis, com mensagens que perturbam. Guardar silêncio é dar lugar, é criar o clima para que, por debaixo da comunicação superficial, apareça as camadas profundas da pessoa e aflorem as possibilidades da verdadeira comunicação.
SILÊNCIO de nossas potências interiores, de nosso entendimento e nosso querer. O conhecimento verdadeiro de Deus não pode consistir em fazer de Deus o objeto de nossos pensamentos ou de nossos desejos. “Pensar” sim, mas como se pensa em alguém a quem se ama, isto é, fazendo do pensamento expressão do amor e caminho para o amor.
“A oração não está em pensar muito, mas em amar muito”. (Stª Tereza)


                                                                                            Ir. Nice, fma.